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Sodoma, Gangorra & Serrote

Olhei para trás. Estou de costas para o que serei, não, muito pior, estou de costas para o que sou. Por que é isso o que tenho. Apenas o instante e seu nuncamais me pertencem.
Estou trincada.
Estou o depois da lágrima. Estou o gosto do fim Estou sal. Estou só.
(o poema abaixo, editado pela ultra-atrevida, Neusa Doretto)
Escrito por claudia às 07h52
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